quarta-feira, abril 25, 2012

Ao longo dos séculos o amor perseverou e tentou profundamente entrar no espírito humano, porém, aturdido ao peso de tantos desencantos, o amor pôs-se a orar a Jesus. Após demorada meditação entre anseios e preces, o amor escutou a voz inolvidável, como se retornasse ao silêncio dos séculos a falar-lhe confiante e bondosa:

"Dar-te-ei alguém que de agora em diante cobrirá tuas pegadas, por onde quer que vás, com o perfume da minha ternura. Estará ao teu lado em todas as investiduras novas e falará no teu silêncio com a poderosa voz da ação realizadora. Jamais tornarás pelas sendas do serviço a sós."

Foi então que o amor, erguendo-se, fitou o céu...
Dourado raio luminoso rasgou as distâncias e modelou no ar um flamejante coração que, após graciosos movimentos, desceu, fundindo-se no seu coração.
Começava ali uma era nova para a fé.

O CONSOLADOR abria agora a cortina de um novo mundo, inaugurando o reinando anunciado por Jesus-Cristo e, quando as trombetas anunciaram os tempos chegados, Allan Kardec, o escolhido pelo Mestre Jesus, colocava como enunciado máximo da doutrina que em breve iria iluminar a Terra, o grandioso mandamento:

"Fora da Caridade não há salvação."

E hoje, em todo lugar onde brilha a luz clara e bendita do Espiritismo, encontramos o amor e a caridade, unidos, construindo o mundo cristão.

Manoel Philomeno de Miranda (espírito), psicografia de Divaldo Franco. 
Livro: Mediunidade: Desafios e Bençãos.





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